Publicado por: luizcferreira em: Maio 19, 2008
Ane – da Estação Centro
Ontem, 16, no encontro da Estação Rio-Centro, conversamos bastante sobre o que é simplicidade. Um substantivo, que nós estudiosos da Língua denominamos abstrato, derivado de um adjetivo que em seu sentido bruto quer expressar algo desprovido de complicações, mas que ontem nós observamos bem que tal discussão sobre o significado desta [...]
Publicado por: Carlos Barreto em: Maio 18, 2008
Não é preciso muita perspicácia para perceber que o movimento evangélico ocidental passa por uma grande crise. As incursões do neo-fundamentalismo da direita religiosa na política estadunidense não ajudaram muito.
Os reclames de que a sociedade preservasse “valores morais” caíram por terra porque não encontraram respaldo nas próprias igrejas, que se revezaram em escândalos. Para agravar [...]
Publicado por: luizcferreira em: Maio 15, 2008
To: contato@caiofabio.com
Sent: Friday, May 09, 2008 3:20 PM
Subject: Esclarecimentos do Totem e Tabu de Freud!
Graça e paz, meu amigo (se assim posso lhe chamar) e pastor Caio Fábio!
Foi um prazer estar em santos dia 12/04, onde fui especialmente para ouvir um porta-voz do Evangelho, sem manipulações por pulsões terceirizadas, nem distúrbios circenses, mas sim, sem barganhas [...]
Publicado por: luizcferreira em: Maio 6, 2008
Caros amigos. O texto abaixo é sugestão de leitura para o nosso encontro – “Caminho Cons-ciência” – no IFCS (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais – no largo de S. Francisco – Centro do RJ). Que acontecerá na próxima terça, 6 de maio. Esperamos vocês lá!
A presença da iniqüidade no mundo é um mistério. De fato Paulo [...]
Publicado por: Carlos Barreto em: Maio 1, 2008
Dá-me a alegria
Do poema de cada dia.
E que ao longo do caminho
Às almas eu distribua
Minha porção de poesia
Sem que ela diminua…
Poesia tanta e tão minha
Que por uma eucaristia
Poesia eu fazê-la sua
“Eis minha carne e meu sangue!”
A minha carne e meu sangue
Em toda a ardente impureza
Deste humano coração…
Mas, ó Coração Divino,
Deixai-me dar de meu vinho,
Deixai-me dar [...]
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