Mensagem para você - Philip Yancey Abril 30, 2008
Posted by Alexandre Araújo in Uncategorized.Tags: Deus, Evangelho, Graça
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O SIGNIFICADO DE CAIR DA GRAÇA Abril 27, 2008
Posted by luizcferreira in Uncategorized.add a comment

A carta aos Hebreus foi escrita porque judeus-cristãos estavam desistindo da fé na Graça de Deus em Cristo, e retornando aos ritos, práticas, crenças e legalismos do judaísmo.
O esforço do escritor da carta é mostrar que aquele retorno significava “pisar o sangue da aliança” e apostatar da fé em Jesus.
O desenvolvimento do texto faz uma viagem que se propõe a provar duas coisas básicas:
1. Jesus era maior do que tudo o que antes viera; sendo as coisas anteriores apenas “sombra”—ou arquétipos—, dos bens que haveriam de se materializar em Cristo. Tudo o que ficara para trás não deveria ser “retomado como valor real” sob pena de que o sacrifício de Jesus tivesse sido me vão.
2. Cair da Graça não era um deslize de comportamento, mas abandonar a certeza em fé de que em Cristo tudo está consumado, e definitivamente feito e realizado em nosso favor. O conceito é o mesmo apresentado por Paulo, especialmente escrevendo aos Gálatas, quando relaciona a volta às “obras da lei” com o “decair da Graça”.
Além disso, o nome da carta — Aos Hebreus —, já carrega uma mensagem. Não é carta aos Judeus. Nem aos Israelitas. Mas aos Hebreus. A palavra hebreu vem da raiz semítica da palavra que determina um estado constante de progressão, fruto da desinstalação, da capacidade de andar para adiante e de cruzar fronteiras.
Um “hebreu” tinha que se manter hebreu pela coragem, em fé, de não desistir, e de prosseguir “atravessando” mares, rios, vaus, fronteiras, e enfrentando os gigantes externos e internos—sempre vendo Aquele que é invisível, e nunca deixando de crer nas coisas que se esperam.
Com essa introdução eu gostaria de propor a leitura do espírito do texto de Hebreus 6, conforme segue:
“Pelo que deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos para o que é perfeito, não lançando de novo a base de arrependimento de obras mortas e de fé em Deus, e o ensino sobre batismos e imposição de mãos, e sobre ressurreição de mortos e juízo eterno. Isto faremos, se Deus o permitir. Porque é impossível que os que uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa Palavra de Deus, e os poderes do mundo vindouro, e depois caíram da graça, sejam outra vez renovados para arrependimento; visto que por si mesmos estão crucificando de novo o Filho de Deus, e o expondo ao vitupério.”
Portanto, Abandonar a Graça é crucificar Cristo outra vez!
“Pois a terra que embebe a chuva, que cai muitas vezes sobre ela, e produz erva proveitosa para aqueles por quem é lavrada, recebe a bênção da parte de Deus; mas se produz espinhos e abrolhos, é rejeitada, e perto está da maldição; o seu fim é ser queimada.”
Assim, ficamos sabendo que produzir espinhos e abrolhos é deixar de frutificar na Graça de Deus e buscar a frutificação que vem da justiça própria e da Lei!
“Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores, e que acompanham a salvação, ainda que assim falamos. Porque Deus não é injusto, para se esquecer da vossa luta, e do amor que para com o seu nome mostrastes, porquanto servistes aos santos, e ainda os servis. E desejamos que cada um de vós mostre o mesmo zelo até o fim, para completa certeza da esperança; para que não vos torneis indolentes, mas sejais imitadores dos que pela fé e paciência herdam as promessas. Porque, quando Deus fez a promessa a Abraão, visto que não tinha outro maior por quem jurar, jurou por si mesmo, dizendo: Certamente te abençoarei, e grandemente te multiplicarei. E assim, tendo Abraão esperado com paciência, alcançou a promessa. Pois os homens juram por quem é maior do que eles, e o juramento para confirmação é, para eles, o fim de toda contenda. Assim é que, querendo Deus mostrar mais abundantemente aos herdeiros da promessa a imutabilidade do seu conselho, se interpôs com juramento; para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos poderosa consolação, nós, os que nos refugiamos na esperança proposta; a qual temos como âncora da alma, segura e firme, e que penetra até o interior do Véu; aonde Jesus, como precursor, entrou por nós, feito sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.”
Diante disso, deixo com você está afirmação:
Daqui para frente, sempre que alguém disser para você que um irmão “caiu”, saiba o seguinte: Cai quem deixa a fé e a consciência da Graça de Deus; não quem em fraqueza busca a misericórdia do Sumo-sacerdote, Jesus, o qual é intercessor em favor de todos, pois não está vinculado aos sacerdotes da casa de Israel, mas foi feito Sacerdote Universal em favor de todos os homens, visto que seu ofício eterno não provêm de genealogias humanas, mas de algo aos homens superior; pois, Ele é o Amém de Deus à salvação por Ele mesmo alcançada em favor de todo aquele que Nele crê.
Desse modo, saibamos todos: Cair da Graça é se entregar aos mecanismos de repetição de sacrifícios e barganhas, que por mais ingênuos que pareçam, mas que significam a não validação do sacrifício eterno de Cristo. Esta é a “queda da Graça” da qual a Palavra de Deus nos fala com palavras tão veementes!
Caio Fábio - 2003 - Copacabana
PROCURA -SE UM AMIGO - VINICIUS DE MORAES Abril 26, 2008
Posted by Carlos Barreto in Uncategorized.comments closed
Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor.. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive”.
Vinicius de Moraes
CASO ISABELA- CAIA EU NAS MÃOS DE DEUS - RICARDO GONDIM Abril 24, 2008
Posted by Carlos Barreto in Uncategorized.2 comments

Uma menina foi barbaramente assassinada e desde sua morte, não se fala noutra coisa. Resisti o tanto quanto pude, mas resolvi dar o meu pitaco sobre o caso Isabella, que domina a atenção do Brasil.
Não quero escrever sobre a morte trágica de uma menina tão bonitinha, tão sapeca, tão cheia de vida, embora eu me sinta esmagado – tenho um neto exatamente com sua idade, 6 anos. Não vou me referir ao trabalho da polícia – a não ser pelos programas da Discovery com investigação de detetives do FBI, não conheço absolutamente nada de provas, vestígios de sangue, ou pistas com DNA.
Não posso absolver ou condenar ninguém. Não possuo expertise em psicologia criminal, procedimentos investigativos, técnicas de argüição e acareação de testemunhas. Aliás, parece que o crime, no caso da Isabella, vem perdendo sua importância. O circo passou a valer mais.
E o poder da mídia me deixa perplexo. Estou abismado como um crime bárbaro vem sendo espetacularizado pela televisão. Isso não é só ruim, mete medo. De repente, sem que os trabalhos técnicos tenham sido concluídos, já se conhecem os culpados. Os abutres do falso jornalismo, precisando alimentar a multidão que gosta de notícias macabras, já concluiu seus trabalhos. Embora bem dissimulados, eles se acham o verdadeiro juri - falta uma pesquisa de opinião para saber o percentual da população que também tem um juizo. (mais…)
ENCONTRO ENTRE AMIGOS - CAMINHO DA GRAÇA Abril 15, 2008
Posted by Carlos Barreto in Uncategorized.add a comment

“Viver é a arte dos encontros e eles nos fazem ser mais ou menos efetivos na vida dos outros e na própria vida.”
Amigos no Caminho,
Queremos lhe convidar para passar um dia inteiro de encontro em um sítio em Itaguaí-RJ dia 23/04/08 (feriado) às 9:00h. Será momento de alegria, comunhão, futebol, lazer, piscina ,encontro entre irmãos, bate-papo uns com os outros. Espaço para estreitarmos nossos laços de amizade e fazer novos amigos.
O valor é de R$ 10,00 ( por pessoa) onde será oferecido um churrasco no almoço, nos encontraremos às 7:30h no Posto Via Brasil ( Av. Brasil sentido Zona Oeste em Deodoro/Vila militar, após a Escola de Bombeiros, na descida para Anchieta ).
Venha você, traga sua família e seus amigos. Se voce tem um espaço em seu veículo ofereça ao irmão e se voce vai de carona,divida a gasolina;o álcool; o gnv; o carvão; o bio-combustível etc…
Entre em contato conosco para confirmar sua ida - Carlos Américo: 9289-5991 - e-mail: cambrj@ig.com.br; Alexandre Araújo: 7841-7320 - e-mail: alexandre.caminho@gmail.com; Michelle: 7848-0084.
Obs: Crianças até 12 anos não pagam; se o tempo estiver chuvoso o passeio será cancelado.
CAMINHO DA GRAÇA - ESTAÇÃO CENTRO-RJ
Lugar de Graça, Cura e Refrigério em Jesus
O TEMPO - MÁRIO QUINTANA Abril 15, 2008
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A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado…
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas…
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Mário Quintana
O Eterno Amanhecer! Abril 10, 2008
Posted by Alexandre Araújo in Uncategorized.add a comment
“Houve tarde e manhã o primeiro, o segundo, o terceiro, o quarto, o quinto, o sexto dia—o do homem—;e houve tarde e manhã o sétimo Dia… E o Senhor Deus descansou no Sétimo Dia. E nós também temos Descanso no Fim-Começo desse Novo Eterno Dia, que Já começou para todo aquele que crê.”
Nós nascemos à tarde, no Sexto-Dia, conforme o Gênesis. Portanto, o amanhã trás o nosso Amanhecer, segundo Deus.
Na seqüência da Criação primeiro vem a tarde, depois a noite e então o amanhecer!
Há sombras e noite no caminho. Mas o Dia termina na Luz da Manhã. No Dia de Deus o Ocaso não é a-caso, é apenas um intervalo entre uma luz que se desvanece— a tarde— e o inicio de uma Luz que não se desvanece—, a manhã! e que vai brilhando mais e mais até ser Dia Perfeito!
Afinal, o Apocalipse diz que na Nova Jerusalém não haverá Noite, nunca mais!
(mais…)
ONDE ESTÁ O MILAGRE ? - RICARDO GONDIM Abril 3, 2008
Posted by Carlos Barreto in Uncategorized.1 comment so far

Estudo no Programa de Mestrado da Universidade Metodista de São Paulo. Ao lado do edifício Capa, onde temos aula, fica a Clínica de Fisioterapia; ali, a cada instante, encostam na calçada, diferentes veículos com portadores de deficiências motoras - paralisia cerebral, paraplegia e tetraplegia. Quando chegam, não dá para evitá-los. Apesar de alguns alunos tentarem virar o rosto, nitidamente constrangidos, brilha a nobreza resiliente de mães que carregam crianças no colo; idosos, mesmo arrastando os pés, mantêm sua dignidade.
Ainda não me atrevi a entrar na clínica, mas imagino a abnegação de médicos, enfermeiras e fisioterapeutas; vejo até suor pingando e mãos agarrando cavaletes e argolas com sacrifício. Sei que lá dentro a vida segue numa toada diferente.Aquele entra e sai de deficientes deve ter sido responsável por acabar o meu encanto com as bravatas dos milagreiros, pois já não me maravilho com testemunhos de cura que a televisão e o rádio anunciam em larga escala.
Realmente, não me intrigo com declarações de que serão curados “pela fé” todos os doentes que comparecerem “à vigília da segunda-feira” ou “à corrente dos 348″ ou “à cruzada pró evangelização do mundo”.
A Igreja Presbiteriana de Fortaleza foi meu berço religioso. Em meus primeiros passos, pouco falávamos em cura já que éramos “tradicionais” - uma versão light, porém fundamentalista, do evangelicalismo. Quando alguém em nossa comunidade ficava doente, repetíamos que o verdadeiro crente não se resigna, mas pede: “Seja feita a tua vontade”.
Depois que passei por uma experiência pentecostal e falei em línguas (tecnicamente chamada de glossolália), tornei-me um pentecostal de boa cepa. Compareci a muitas conferências sobre cura divina; duas, patrocinadas por Morris Cerullo - Londres e San Diego. Fui evangelista associado da Cruzada Boas Novas, do missionário Bernhard Johnson. Interpretei o Jimmy Swaggart em sua turnê pelo Brasil – Morumbi e Maracanã - Swaggart cria e falava em milagre, embora não fosse propriamente um pregador de cura. Portanto, não sou neófito ou incrédulo no que tange o transcendente. Sei todos os versículos, todos os raciocínios, que fundamentam a lógica de buscar-se uma solução sobrenatural para as enfermidades. Ninguém precisa converter-me a esse pacote. Sei citar Isaías 53, Marcos 16, 1Coríntios 12 e tantos outros textos.
Acontece que a dor do mundo me alcançou na calçada de uma clínica de fisioterapia; ali se escancarou a angústia de milhões de mães e o meu coração se fechou para as antigas lógicas milagreiras.
Mesmo quando me sinto inclinado a acreditar nos pregadores de cura divina, sou lembrado que multidões de meninos e meninas morrerão de HIV/Aids em países como Congo, África do Sul, Moçambique e Angola. Quando sou tentado a ser condescendente com os Cerullos, os Benny Hinns e os R. R. Soares da vida, com as suas interpretações literais da Bíblia, lembro-me do mal estar que muitos doentes podem estar sentido naquele exato momento como consequência de uma quimioterapia.Quando ouço promessas de milagre a granel, pergunto: - Quem vai ajudar a adolescente que não tem namorado porque nasceu com uma doença genética que lhe desfigurou?
Minha questão é: os religiosos deveriam querer lidar com um mundo real, que precisa de grandes intervenções, não de panacéias. Um ministro do evangelho não tem o direito de pregar que, “em tese”, todos serão curados e depois dar de ombros para os que não receberam a bênção dizendo que faltou fé.
O verdadeiro cristão deve buscar intervenções divinas onde o sofrimento se mostrar mais agudo. Eu me disponho a ajudar qualquer evangelista que tenha peito para dar plantão na calçada da Universidade Metodista. Vou buscá-lo e prometo interceder ao seu lado. Sinceramente desejo que os mais seqüelados voltem para casa pulando de alegria.
Sei de antemão que ninguém virá. A maioria está interessada em propagandear prodígios com o intuito de prosperar seus empreendimentos religiosos. Caso acreditassem nas interpretações que fazem da Bíblia, se ajoelhariam nos corredores das clínicas de câncer infantil, nas hemodiálises e na infectologia dos grandes hospitais.
Precisamos de outras respostas para o sofrimento humano; os pressupostos desses evangélicos, que anunciam cura com tanto estardalhaço, não abarcam a complexidade do sofrimento universal.
Proponho que os prodígios do Evangelho sejam outros; que a presença de Deus se revele no serviço, no amor solidário e na compaixão. Que as mãos e os pés de Deus sejam as mãos e os pés dos que não fogem da dor alheia. Não conheço os profissionais que se dedicam naquela clínica de fisioterapia; tenho certeza, porém, que todos encarnam a possibilidade de um milagre.
Soli Deo Gloria.












