Vem e Vê TV Maio 9, 2008
Posted by Alexandre Araújo in Uncategorized.add a comment
O MISTÉRIO DA INIQUIDADE Maio 6, 2008
Posted by luizcferreira in Uncategorized.add a comment
Caros amigos. O texto abaixo é sugestão de leitura para o nosso encontro - “Caminho Cons-ciência” - no IFCS (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais - no largo de S. Francisco - Centro do RJ). Que acontecerá na próxima terça, 6 de maio. Esperamos vocês lá!

A presença da iniqüidade no mundo é um mistério. De fato Paulo disse que se tratava justamente de algo misterioso e apenas revelado como mistério, tendo nós de tal realidade a sua confirmação como fato inescusável de nossa experiência no mundo, assim como ele tem sido inafastável da experiência da Civilização Humana.
Eu sei que o mal existe a partir de mim mesmo, e apenas a partir de mim mesmo me é possível verificá-lo como iniqüidade; seja em razão de identificá-la latente ou, por vezes, patente em mim; ou ainda por assisti-la todos os dias, seja isso por experimentá-la voltando-se contra mim (por ação de outros), seja por verificar o que “aquilo” que em mim identifico como iniqüidade pode realizar na dimensão coletiva total.
Assim, é estranhamente sadio que alguém só possa e saiba discernir o que é o mal a partir de si mesmo, pois, não sendo assim, surge um diabo entre os humanos.
O diabo o humano não vê mal algum em si; e, assim, ou torna-se um fariseu existencial, ou abisma-se na psicopatia educada, não sendo necessariamente fisicamente homicida (embora a existência nos mostre como o homicídio físico apenas aumenta), porém, mesmo assim, sempre o é nos guetos de morte do coração; não importando com que disfarce se oculte.
No Gênesis não se diz de onde a Serpente veio. Parece até que é normal que ela sempre tenha estado ali, a ponto de já ter sido admirada antes como bela; mais bela e astuta do que todas as demais criaturas.
Nas Antigas Escrituras o mal é visto quase que exclusivamente vinculado ao homem e suas manifestações de injustiça. E quando Satanás é citado, quase sempre aparece como expressão de oposição, podendo ser do Satanás maiúsculo ou de satanases minúsculos.
As referencias de Isaías e Ezequiel a alguém que andava entre estrelas e passeava no Éden superior, ulterior e anterior ao Éden do Gênesis, o qual caminhava entre todas as pedras preciosas que se possa imaginar; e que era perfeito desde o dia em que fora criado, até que decidiu elevar-se — sem dúvida são referencias de natureza luciferiana, tanto espiritual quanto psicologicamente, porém, no contexto histórico de ambos os profetas mencionados, fazem referencia a figuras luciferianas existentes, fosse o rei de Babilônia ou o rei de Tiro.
Foi apenas no período do Exílio em Babilônia que surgiram as noções mais abstratas de anjos sutis, com formas diferentes, por vezes alados, e muito mais abundantes na invisibilidade do que jamais antes na Escritura se fizera referencia.
Ora, tais noções existiam entre os Persas com os quais os Judeus conviveram no cativeiro em Babilônia, sendo assim difícil não imaginar a existência de um intercambio entre eles, a tal ponto que mais de quatro séculos depois foi da Pérsia que provavelmente vieram os magos que buscavam o salvador entre os Judeus.
Na Pérsia dos dias do cativeiro dos Judeus existia uma noção de Satanás bem parecida com a que veio a predominar no restante das Escrituras. Também os anjos ou seres celestiais dos Persas tinham a delicadeza das descrições que posteriormente iremos encontrar em Zacarias, por exemplo.
Mas em nenhuma delas se tem qualquer tentativa de se estabelecer uma pré-história do mau ou da iniqüidade.
Nos evangelhos o mal é um fato, tanto no coração dos homens (“… vos sois maus…”) quanto no mundo que jaz no maligno.
Quando perguntado acerca do mal entre os homens (parábola do Joio e do Trigo), Jesus apenas disse: “Um inimigo fez isso!” Mas não explicou quem e qual a origem do inimigo, porém, nem por isso, deixando de afirmar que no mundo o joio era a semeadura do diabo.
Assim, Jesus cria uma imagem difícil de aceitar nos tempos de tamanha adoração ao mito psicológico cientifico.
Sim! Ele disse que o joio é o diabo-humano. E não ficou apenas aí. Quando confrontado pelos judeus (João 8), lhes disse que pelos seus desejos homicidas e pelas suas mentiras contra a verdade, eles eram não filhos de Abraão, como pretendiam ser, mas apenas e sobretudo filhos do diabo; pois, já que queriam ser filhos de uma criatura (Abraão), que soubessem que de uma criatura eram filhos, filhos do diabo; e que por suas pulsões e desejos eles próprios faziam a sua confissão de filiação ao diabo.
Para Jesus o mal era mau e pronto. E mais: para ele o mal do homem e o diabo mau não se diferenciavam. Assim, Judas pôde ser entrado e surtado pelo diabo, tornando-se diabo. Sim! Um diabo para o qual o único exorcismo é o arrependimento.
Desse modo Jesus não gasta tempo procurando diabo em lugar nenhum, ao contrario, o que ele diz é: “Vamo-nos daqui, pois aí vem o príncipe deste mundo, e eu nada tenho nele”.
De fato, nos evangelhos, os diabos são religiosos; não os publicanos e pecadores e nem tampouco os poderosos e pervertidos romanos.
Assim, no olhar de Jesus, o pior diabo é o que senta à mesa e toma a ceia antes de sair para trair a quem diz amar.
Quando demônios se manifestam diante de Jesus, Ele não os “entende”; não os explica; não os cogita; não os psicologiza; não os filosofa; não negocia com eles; não lhes faz nenhum rito; não lhes pronuncia palavras mágicas; e não faz nada além de apenas lhes dizer: “Espírito imundo, deixa esta pessoa!” — e pronto; tanto sai o demônio como fica a pessoa.
Também em Jesus não se vê as influencias do livro de Enoque com sua cosmo-gênese dos anjos e demônios. Nem tampouco Nele se vê qualquer referencia à hierarquia de tais seres, conforme já havia há trezentos anos, desde o retorno de Babilônia.
Em Jesus a água é como a água primal — pura e simples ao absoluto. Nele a água não é mineral, é pré-mineral em relação a tudo.
Digo isto porque Paulo recorre aos conceitos de principados e potestades conforme os últimos trezentos anos de desenvolvimento daquelas percepções, tanto certas (algumas delas), como exageradas (outras tantas).
O apóstolo, porém, faz como ensinou: examina todas as coisas e retém o que é bom em cada uma delas. O mesmo se dá com Pedro e Judas em relação ao livro de Enoque.
Entretanto, nem por causa disso, qualquer deles caiu na tentação de tentar tirar do mal o seu mistério. Aliás, é João, no Apocalipse, quem denuncia a seita cristã-gnóstica (esotérica) que pretendia saber as coisas profundas de Satanás.
Desse modo, não me sendo possível conhecer o mal senão a parir de mim mesmo, pois, sem minha auto-percepção do mal-em-mim todo mal seria apenas um direito de qualquer animal dotado de inteligência, eu digo: o mal existe, mas eu não sei sua origem para além de seu começo em mim.
No entanto, vejo que as Escrituras seguiram o mesmo padrão em relação a tratar com o tema do mal. Afinal, as supostas passagens luciferianas de Isaías e Ezequiel, ambas lidam com o mal a partir do homem, fosse o rei de Babilônia, fosse o rei de Tiro.
Desse modo não se remete ninguém para as fantasias de uma desobediência anterior a muitas formas de criação, quando um dos seres criados tornou-se o primeiro narcisista da criação, não vendo mais nada no estado de existente do que a sua cara bela e suas virtudes tornadas em lascívia de si por si mesmo.
Portanto, segundo as Escrituras e segundo Jesus, o melhor e único lugar para se discernir o diabo é em nós mesmos. Portanto, quem quer que deseje bem conhecer o mal deve dedicar-se ao estudo de suas próprias motivações.
O diabo existe fora do homem. Mas não interessa ao homem da verdade, pois, estudar o diabo fora de nós, é apenas um mecanismo de evasão da realidade, e, sobretudo, uma ação de fuga da verdade, posto que somente pela identificação do mal em nós é que se começa a experimentar a libertação.
Ora, tal processo é o exorcismo que a verdade realiza do diabo intrínseco que habita a iniqüidade humana.
Foi para o grupo ao qual Jesus havia dito que eram filhos do diabo e queriam cumprir-lhe os desejos (os quais eram desejos homicidas desde o principio), que, paradoxalmente, Jesus disse: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” — mostrando assim que todo diabo humano pode virar filho de Deus pela consciência da verdade que produz arrependimento.
Esse diabo do qual falo escova os dentes com sua escova, se penteia com seu pente, veste Prada com você, e trabalha sentado em sua cadeira; e quando se pede dele um currículo, é o seu que ele apresenta. Ele até ouve seus filhos chamando-o de “pai” ou “mãe”; e, pasme: ele faz sexo sem amor com a sua mulher, e também com a sua amante. O mais fantástico é que ele ensina na classe onde você é mestre ou até pastor.
Esse bicho é a sua cara.
Quem, porém, o enxerga logo vê que ele, o diabo, não consegue ficar no ambiente da luz e da verdade no coração do homem.
Os diabos que saem quando se diz “sai em nome de Jesus” são os pequenos diabos; pois, a mais elevada manifestação do diabo é aquela que se veste de mim ou de você; e que abraça os que abraçamos; e beija quem a nós nos beija; e que cumpre o nosso papel social e psicológico, sem que ninguém o discirna; sem falar que se alguém diz a esse diabo “Sai”, está correndo o risco de ser preso por preconceito anti-civilizado. E isto sem nem mesmo cogitarmos o fato que quanto mais se diz “Sai” a tal diabo, mais ele cresce no homem em inextrincável simbiose.
Pense nisto!
Caio, 10/08/07 - Manaus- AM
ORAÇÃO - MÁRIO QUINTANA Maio 1, 2008
Posted by Carlos Barreto in Uncategorized.add a comment
Dá-me a alegria
Do poema de cada dia.
E que ao longo do caminho
Às almas eu distribua
Minha porção de poesia
Sem que ela diminua…
Poesia tanta e tão minha
Que por uma eucaristia
Poesia eu fazê-la sua
“Eis minha carne e meu sangue!”
A minha carne e meu sangue
Em toda a ardente impureza
Deste humano coração…
Mas, ó Coração Divino,
Deixai-me dar de meu vinho,
Deixai-me dar de meu pão!
Que mal faz uma canção?
Basta que tenha beleza… Mario Quintana
Mensagem para você - Philip Yancey Abril 30, 2008
Posted by Alexandre Araújo in Uncategorized.Tags: Deus, Evangelho, Graça
add a comment
O SIGNIFICADO DE CAIR DA GRAÇA Abril 27, 2008
Posted by luizcferreira in Uncategorized.add a comment

A carta aos Hebreus foi escrita porque judeus-cristãos estavam desistindo da fé na Graça de Deus em Cristo, e retornando aos ritos, práticas, crenças e legalismos do judaísmo.
O esforço do escritor da carta é mostrar que aquele retorno significava “pisar o sangue da aliança” e apostatar da fé em Jesus.
O desenvolvimento do texto faz uma viagem que se propõe a provar duas coisas básicas:
1. Jesus era maior do que tudo o que antes viera; sendo as coisas anteriores apenas “sombra”—ou arquétipos—, dos bens que haveriam de se materializar em Cristo. Tudo o que ficara para trás não deveria ser “retomado como valor real” sob pena de que o sacrifício de Jesus tivesse sido me vão.
2. Cair da Graça não era um deslize de comportamento, mas abandonar a certeza em fé de que em Cristo tudo está consumado, e definitivamente feito e realizado em nosso favor. O conceito é o mesmo apresentado por Paulo, especialmente escrevendo aos Gálatas, quando relaciona a volta às “obras da lei” com o “decair da Graça”.
Além disso, o nome da carta — Aos Hebreus —, já carrega uma mensagem. Não é carta aos Judeus. Nem aos Israelitas. Mas aos Hebreus. A palavra hebreu vem da raiz semítica da palavra que determina um estado constante de progressão, fruto da desinstalação, da capacidade de andar para adiante e de cruzar fronteiras.
Um “hebreu” tinha que se manter hebreu pela coragem, em fé, de não desistir, e de prosseguir “atravessando” mares, rios, vaus, fronteiras, e enfrentando os gigantes externos e internos—sempre vendo Aquele que é invisível, e nunca deixando de crer nas coisas que se esperam.
Com essa introdução eu gostaria de propor a leitura do espírito do texto de Hebreus 6, conforme segue:
“Pelo que deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos para o que é perfeito, não lançando de novo a base de arrependimento de obras mortas e de fé em Deus, e o ensino sobre batismos e imposição de mãos, e sobre ressurreição de mortos e juízo eterno. Isto faremos, se Deus o permitir. Porque é impossível que os que uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa Palavra de Deus, e os poderes do mundo vindouro, e depois caíram da graça, sejam outra vez renovados para arrependimento; visto que por si mesmos estão crucificando de novo o Filho de Deus, e o expondo ao vitupério.”
Portanto, Abandonar a Graça é crucificar Cristo outra vez!
“Pois a terra que embebe a chuva, que cai muitas vezes sobre ela, e produz erva proveitosa para aqueles por quem é lavrada, recebe a bênção da parte de Deus; mas se produz espinhos e abrolhos, é rejeitada, e perto está da maldição; o seu fim é ser queimada.”
Assim, ficamos sabendo que produzir espinhos e abrolhos é deixar de frutificar na Graça de Deus e buscar a frutificação que vem da justiça própria e da Lei!
“Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores, e que acompanham a salvação, ainda que assim falamos. Porque Deus não é injusto, para se esquecer da vossa luta, e do amor que para com o seu nome mostrastes, porquanto servistes aos santos, e ainda os servis. E desejamos que cada um de vós mostre o mesmo zelo até o fim, para completa certeza da esperança; para que não vos torneis indolentes, mas sejais imitadores dos que pela fé e paciência herdam as promessas. Porque, quando Deus fez a promessa a Abraão, visto que não tinha outro maior por quem jurar, jurou por si mesmo, dizendo: Certamente te abençoarei, e grandemente te multiplicarei. E assim, tendo Abraão esperado com paciência, alcançou a promessa. Pois os homens juram por quem é maior do que eles, e o juramento para confirmação é, para eles, o fim de toda contenda. Assim é que, querendo Deus mostrar mais abundantemente aos herdeiros da promessa a imutabilidade do seu conselho, se interpôs com juramento; para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos poderosa consolação, nós, os que nos refugiamos na esperança proposta; a qual temos como âncora da alma, segura e firme, e que penetra até o interior do Véu; aonde Jesus, como precursor, entrou por nós, feito sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.”
Diante disso, deixo com você está afirmação:
Daqui para frente, sempre que alguém disser para você que um irmão “caiu”, saiba o seguinte: Cai quem deixa a fé e a consciência da Graça de Deus; não quem em fraqueza busca a misericórdia do Sumo-sacerdote, Jesus, o qual é intercessor em favor de todos, pois não está vinculado aos sacerdotes da casa de Israel, mas foi feito Sacerdote Universal em favor de todos os homens, visto que seu ofício eterno não provêm de genealogias humanas, mas de algo aos homens superior; pois, Ele é o Amém de Deus à salvação por Ele mesmo alcançada em favor de todo aquele que Nele crê.
Desse modo, saibamos todos: Cair da Graça é se entregar aos mecanismos de repetição de sacrifícios e barganhas, que por mais ingênuos que pareçam, mas que significam a não validação do sacrifício eterno de Cristo. Esta é a “queda da Graça” da qual a Palavra de Deus nos fala com palavras tão veementes!
Caio Fábio - 2003 - Copacabana
PROCURA -SE UM AMIGO - VINICIUS DE MORAES Abril 26, 2008
Posted by Carlos Barreto in Uncategorized.comments closed
Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor.. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive”.
Vinicius de Moraes
CASO ISABELA- CAIA EU NAS MÃOS DE DEUS - RICARDO GONDIM Abril 24, 2008
Posted by Carlos Barreto in Uncategorized.1 comment so far

Uma menina foi barbaramente assassinada e desde sua morte, não se fala noutra coisa. Resisti o tanto quanto pude, mas resolvi dar o meu pitaco sobre o caso Isabella, que domina a atenção do Brasil.
Não quero escrever sobre a morte trágica de uma menina tão bonitinha, tão sapeca, tão cheia de vida, embora eu me sinta esmagado – tenho um neto exatamente com sua idade, 6 anos. Não vou me referir ao trabalho da polícia – a não ser pelos programas da Discovery com investigação de detetives do FBI, não conheço absolutamente nada de provas, vestígios de sangue, ou pistas com DNA.
Não posso absolver ou condenar ninguém. Não possuo expertise em psicologia criminal, procedimentos investigativos, técnicas de argüição e acareação de testemunhas. Aliás, parece que o crime, no caso da Isabella, vem perdendo sua importância. O circo passou a valer mais.
E o poder da mídia me deixa perplexo. Estou abismado como um crime bárbaro vem sendo espetacularizado pela televisão. Isso não é só ruim, mete medo. De repente, sem que os trabalhos técnicos tenham sido concluídos, já se conhecem os culpados. Os abutres do falso jornalismo, precisando alimentar a multidão que gosta de notícias macabras, já concluiu seus trabalhos. Embora bem dissimulados, eles se acham o verdadeiro juri - falta uma pesquisa de opinião para saber o percentual da população que também tem um juizo. (more…)
ENCONTRO ENTRE AMIGOS - CAMINHO DA GRAÇA Abril 15, 2008
Posted by Carlos Barreto in Uncategorized.add a comment

“Viver é a arte dos encontros e eles nos fazem ser mais ou menos efetivos na vida dos outros e na própria vida.”
Amigos no Caminho,
Queremos lhe convidar para passar um dia inteiro de encontro em um sítio em Itaguaí-RJ dia 23/04/08 (feriado) às 9:00h. Será momento de alegria, comunhão, futebol, lazer, piscina ,encontro entre irmãos, bate-papo uns com os outros. Espaço para estreitarmos nossos laços de amizade e fazer novos amigos.
O valor é de R$ 10,00 ( por pessoa) onde será oferecido um churrasco no almoço, nos encontraremos às 7:30h no Posto Via Brasil ( Av. Brasil sentido Zona Oeste em Deodoro/Vila militar, após a Escola de Bombeiros, na descida para Anchieta ).
Venha você, traga sua família e seus amigos. Se voce tem um espaço em seu veículo ofereça ao irmão e se voce vai de carona,divida a gasolina;o álcool; o gnv; o carvão; o bio-combustível etc…
Entre em contato conosco para confirmar sua ida - Carlos Américo: 9289-5991 - e-mail: cambrj@ig.com.br; Alexandre Araújo: 7841-7320 - e-mail: alexandre.caminho@gmail.com; Michelle: 7848-0084.
Obs: Crianças até 12 anos não pagam; se o tempo estiver chuvoso o passeio será cancelado.
CAMINHO DA GRAÇA - ESTAÇÃO CENTRO-RJ
Lugar de Graça, Cura e Refrigério em Jesus
O TEMPO - MÁRIO QUINTANA Abril 15, 2008
Posted by Carlos Barreto in Uncategorized.add a comment

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado…
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas…
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Mário Quintana
O Eterno Amanhecer! Abril 10, 2008
Posted by Alexandre Araújo in Uncategorized.add a comment
“Houve tarde e manhã o primeiro, o segundo, o terceiro, o quarto, o quinto, o sexto dia—o do homem—;e houve tarde e manhã o sétimo Dia… E o Senhor Deus descansou no Sétimo Dia. E nós também temos Descanso no Fim-Começo desse Novo Eterno Dia, que Já começou para todo aquele que crê.”
Nós nascemos à tarde, no Sexto-Dia, conforme o Gênesis. Portanto, o amanhã trás o nosso Amanhecer, segundo Deus.
Na seqüência da Criação primeiro vem a tarde, depois a noite e então o amanhecer!
Há sombras e noite no caminho. Mas o Dia termina na Luz da Manhã. No Dia de Deus o Ocaso não é a-caso, é apenas um intervalo entre uma luz que se desvanece— a tarde— e o inicio de uma Luz que não se desvanece—, a manhã! e que vai brilhando mais e mais até ser Dia Perfeito!
Afinal, o Apocalipse diz que na Nova Jerusalém não haverá Noite, nunca mais!
(more…)

Dá-me a alegria











